Polilaminina: quem pode receber e como solicitar o tratamento experimental
- Mielle Rpro Veron
- 26 de fev.
- 1 min de leitura
Medicamento experimental para lesão medular está em fase inicial e só pode ser acessado por uso compassivo autorizado
Fala Ciência|Do R7
24/02/2026 - 00h31 (Atualizado em 24/02/2026 - 00h31)

A possibilidade de recuperar movimentos após uma lesão medular sempre foi um dos maiores desafios da medicina. Nesse contexto, a polilaminina desponta como uma abordagem terapêutica ainda em investigação, idealizada pela Dra. Tatiana Coelho de Sampaio, pesquisadora da UFRJ, em colaboração com o Laboratório Cristália.
Apesar da repercussão gerada pelos primeiros casos acompanhados, é importante destacar que o produto se encontra em Estudo Clínico de Fase I, fase inicial que tem como foco principal verificar a segurança do uso em seres humanos antes de avançar para etapas posteriores de avaliação de eficácia. Portanto, não se trata de tratamento aprovado ou comercializado.
Casos recentes e expectativas
Pacientes submetidos ao procedimento já apresentaram evolução funcional inicial, incluindo retomada parcial de movimentos. No entanto, resultados individuais não substituem evidências robustas obtidas em estudos clínicos controlados.
Além disso, a recuperação depende de fisioterapia contínua e acompanhamento multidisciplinar especializado.
Como solicitar avaliação para a polilaminina
O acesso à polilaminina é feito exclusivamente por meio dos canais oficiais do Laboratório Cristália, responsável pelo desenvolvimento do medicamento junto à UFRJ.
Os contatos são:
Telefone: 0800 701 1918
E-mail: sac@cristalia.com.br
Site oficial da Cristalia: cristalia.com.br





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