Polilaminina: 33 pacientes já receberam por decisão judicial; entenda o uso compassivo
- AMDF

- 21 de mar.
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Antes mesmo dos testes clínicos em humanos iniciarem, terapia experimental já soma quase 70 pedidos de acesso no país
Por Layla Shasta
Comunicação Cristália/Reprodução

Desenvolvimento da polilaminina pelo laboratório Cristália foi anunciado em coletiva, impulsionando pedidos de uso compassivo.
Até o momento, mais de 30 pacientes já receberam autorização para ter acesso à polilaminina, terapia experimental desenvolvida na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) para tratamento de lesões medulares associadas à paraplegia e tetraplegia.
Os dados, fornecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), foram atualizados até a última quinta-feira (12). Segundo a autarquia, já chegaram às suas mesas 67 decisões judiciais cautelares para a autorização do chamado uso compassivo do medicamento — modalidade em que um remédio pode ser utilizado mesmo sem aprovação regulatória, quando não existem outras opções terapêuticas.
Entre esses casos, 36 pedidos foram protocolados pela farmacêutica Cristália, responsável pelo desenvolvimento da substância. Desses, até a última semana, 33 haviam sido autorizados pela Anvisa e três permaneciam em análise em caráter de “exigência”.






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